Os 6 Casos de plágio mais Idiotas da História

Haja vontade de processar alguém!

Não é fácil lidar com plágio numa época que parece que já se criou de tudo, mais algumas pessoas vão além, e acusam outras por plagiar coisas tão idiotas que chega a parecer mentira.

Veja 6 exemplos de acusações de plágios completamente idiotas:

#1. Donkey Kong (Nintendo) Vs. King Kong (Universal studios).

king kong vs donkey kong

A Universal Pictures processou a Nintendo, alegando que o jogo Donkey Kong é uma cópia de King Kong.

Nintendo argumentou que a própria Universal havia provado que o enredo e os personagens do filme King Kong estavam em domínio público em Universal City Studios, Inc. contra RKO General, Inc.

Foi decretado que a Universal havia agido com má fé ao ameaçar os licenciados da Nintendo e que não possuía nenhum direito sobre o nome King Kong ou os personagens e história. Ele também julgou que não havia possibilidade de consumidores confundirem o jogo e personagens da Nintendo com os dos filmes e personagens de King Kong.

#2. Caso: Se beber não case 2

tatuagem se beber não case 2

A tatuagem que aparece no rosto do personagem de Ed Helms, em “Se Beber não Case II” (The Hangover, part II), causou problemas a Warner Bros.

O autor da tatuagem alegou que houve utilização indevida de sua marca registrada, a tatuagem havia sido feita por ele no rosto do Ex lutador Mike Tyson, que na ocasião, concordou que os direitos pertenciam ao tatuador.

O tatuador chegou a tentar embargar a exibição do filme, alegando que a utilização da tatuagem foi sem sua autorização. Os termos do acordo do processo são confidenciais, mas, segundo o “TMZ”, o rosto do ator Helms terá que ser alterado digitalmente.

#3. Plágio do Silêncio

capa-album-classical_graffitiAcredita que é possível plagiar o silencio?

Em 2002 o grupo: The Planets lançou o album: Classical Graffiti, e conquistou primeiro lugar das listas britânicas durante três meses. 

Mike Batt, criador e produtor do projeto, teve a incrível ideia de adicionar na 13ª faixa do disco um minuto de silêncio, intitulado “A One Minute Silence”.

Mas para supresa de Mike, pouco tempo depois ele recebe uma acusação de plágio interposta pelos herdeiros de John Cage pelo plágio de sua obra 4′ 33″ para piano (1952). A partitura desta “obra” não especifica nenhum som durante os 4 minutos e 33 segundos de duração.

O caso foi resolvido mediante a um acordo extrajudicial onde Mike batt teve que desembolsar uma quantia com seis dígitos.

Na época Mike Batt comentou o fato com seu característico bom humor:

– “A minha música é muito melhor. Fui capaz de dizer em um minuto o mesmo que Cage levou 4 minutos e 33 segundos”.

#4. Acusado de auto Plágio

vocalista creedence

Em 1988 o vocalista do Creedence Clearwater Revival foi acusado de plagiar ele mesmo, a antiga gravadora alegou que o single: “The Old Man Down the Road” tinha a melodia igual a música do Creedence: “Run Through the Jungle“. O vocalista ganhou o caso.

Sabia que o Filme Titanic foi acusado de plágio? confira este absurdo em nosso próximo item, continue lendo…

#5. Princesa Vs Titanic

princesa vs titanic plágio

Princesa Samantha Kennedy (ela não é da realeza, isso é apenas o nome dela mesmo) abriu um processo contra Paramount Pictures, porque eles supostamente copiaram cenas de seu romance para o Titanic.

Ela queria dois bilhões de dólares e que todas as cópias do filme fossem destruídas.

Os Tribunais não encontraram semelhanças substanciais entre a obra e a história da “Princesa”, e salientou que a princesa tinha tentado um truque semelhante com o que havia acontecido com Forest Gump em 94.

#6. Parabéns Para você, Warner Bros

parabens para você warner direitos

Todo mundo sabe que “Parabéns para você” é protegido por direitos autorais e a Warner fez milhões de dólares com direitos autorais.

Porém, logo após Jennifer Nelson, ser cobrada em $1500,00, para a Warner liberar seu documentário sobre a música mais popular da língua inglesa (Happy Birthday), ela resolveu entrar com processo coletivo contra a gravadora Warner, alegando que a canção não estaria protegida pelas leis de propriedade intelectual.

Para requerer proteção, uma obra precisa ser original e inédita. Como a singela letra “happy birthday, dear …” aparece já em livros educativos do começo do século XX, os advogados argumentaram que ela já deveria estar em domínio público devido a sua divulgação pública, abandono de direitos por parte das autoras e término do período de proteção.

Para colocar um ponto final na disputa sobre os direitos autorais de “Happy birthday” — a versão original do nosso “Parabéns a você” — a Warner/Chappell aceitou pagar US$ 14 milhões (quase R$ 55 milhões). A empresa quis evitar um processo por receber indevidamente royalties sobre uma canção em domínio público.

Em setembro de 2015, o juiz responsável pelo processo, George H. King, decidiu que a Warner possuía direitos apenas sobre um arranjo específico do hino de aniversário, sem poder cobrar por sua execução livre. Em outras palavras, ele praticamente decretou que a canção estava em domínio público, o que deixou a editora sujeita a ser processada por todas as vezes que cobrou direitos sobre a canção. A Warner esperava manter o copyright até 2030, o que poderia gerar receitas entre US$ 14 milhões e US$ 16,5 milhões.

Um terço dos US$ 14 milhões pagos deve ficar com os autores da ação. O restante será distribuído entre pessoas que pagaram pelo licenciamento de “Happy birthday” ao longo dos anos e que se encaixam nos critérios da categoria defendida pelo processo. As informações são do site da revista “The Hollywood reporter“.

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